sábado, 20 de junho de 2009

Paradoxo Evolutivo

EM meio a um ócio lisonjeiro vou tecendo meu repouso, os sons de Chico já curvam os rumores apolíneos lá de cima. A insônia me convida, junto dela, a vigiar. Palavras se confundem em pensamentos, talvez o sejam mesmo. Pensamentos abstratos assim como eu o sou, já nem sou mais o mesmo de quando o ócio citei. Sendo esse, continuando a ser aquele, almejando ser eu mesmo, vivendo sem pensar no que pensar. Apenas penso, vivo, brindo!

3 comentários:

Guilherme disse...

Isso me lembra madrugadas em claro ouvindo Chico, lendo, entre outros !
hahaha.
Escreve bem, continue postando !

Ouroboros disse...

Boa sorte e Parabéns por essa iniciativa!!!
Abraço!!!

Aline Reis disse...

Quero brindar os devaneios da vida ao teu lado, pois tua paixão e poesia invadiram meu coração com um olhar, relutante por sair entre pálpebras bem cerradas, mas foi exatamente esse olhar que arrebadou minha vida. Então meu TOM Médico quero dançar com você, contemplar seu assobiar e viver...só viver! Viva a sua bossa, Parabéns! Viverei sua bossa, a nova, velha, médica, paciente, amado, amador, amante...AMOR!

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